Tem tempo que não escrevo nada por aqui, né?! Neste ano acabei dando um tempo no blog devido a vários acontecimentos que preferi não expor, mas chegou a hora de voltar a escrever e atualizar novamente este espaço, que tem um objetivo bem pessoal, não de detalhar tudo o que acontece na minha vida, mas de ser um canal para pequenos desabafos e também para relatos de algumas experiências.
Enfim! 2012 foi (e ainda tem sido) um ano curioso e marcado por muitas mudanças na minha vida. Nos primeiros meses, vivi uma situação difícil. A decepção e a queda foram grandes, mas a boa notícia é que aquela frase típica de Facebook, apesar de ser clichê, é inteiramente verdadeira: decepção não mata, ensina a viver! E é isso mesmo. Nunca aprendi tanto em um fim de relacionamento (e já tive alguns ao longo desses 27 anos de vida) como com esse e não tenho vergonha de assumir isso. Acredito que tem certas coisas que acontecem em nossas vidas para nos ensinar mesmo, só basta estarmos atentos às oportunidades de melhoria pessoal. É claro que no início não é fácil pensar dessa forma e, quando a gente gosta de verdade de alguém, o sofrimento e a dor da perda são naturais e esse é um processo que deve ser respeitado. Aliás, como é "fácil" se apaixonar e difícil se desapaixonar! Eita processo doloroso esse, mas totalmente necessário. Afinal, quem nunca passou por uma decepção na vida? Somente aqueles que se trancam em seu próprio mundo e não se permitem viver é que estão isentos desse tipo de situação. O que, definitivamente, não é o meu caso.
A verdade é que, para mim, se apaixonar também não é fácil. Costumo demorar um tempo para gostar de alguém, mas quando gosto também demoro para desgostar. Mas uma característica boa que percebi em mim mesma em todo esse processo foi o fato de eu não ter ficado parada e ter feito o possível para superar toda a situação. Nunca achei legal as pessoas que entram em depressão e abandonam a si mesmas por causa do fim de um relacionamento. Sempre tive pavor de ficar assim, remoendo por muito tempo a mesma história e acabar não enxergando outras pessoas e outras histórias que podem vir a ser muito mais felizes. Então eu fui a luta e fiz o que pude para superar e seguir em frente. É claro que a gente acaba se fechando para outros relacionamentos por um tempo e realmente fiquei alguns meses olhando apenas para mim, cuidando de mim e tentando mudar algumas coisas que estavam me incomodando.
Hoje posso dizer que o sofrimento foi superado e o processo finalizado. Agora o momento é outro. É tempo de abrir o coração para novas experiências e mostrar para as pessoas que sofrer pelo fim de um relacionamento não é uma vergonha e muito menos falta do que fazer. Quando uma relação fracassa não existe apenas um culpado, pois os dois tiveram suas parcelas de culpa e sempre alguém termina sofrendo. Afinal, terminar um relacionamento não é nada fácil, a não ser para aquelas pessoas que não respeitam os sentimentos das outras.
Volto a dizer que quando as dificuldades surgem no nosso caminho, nem sempre é fácil enxergar a luz no fim do túnel, mas devemos ter a certeza de que ela está lá sim e erguer a cabeça. Dar sequência a própria caminhada é muito importante para qualquer superação. Nenhuma tristeza é eterna e as dificuldades existem para darmos valor às coisas e pessoas boas que nos rodeiam e que, muitas vezes, nem tínhamos prestado atenção. É como tenho repetido ultimamente para mim mesma: Abra os olhos, Ive!
É isso! Espero que essas palavras sirvam para ajudar uma pessoa ou até mesmo consolar (se é que alguém vai se interessar em ler, rsrs)!
Eu me interessei em ler, chata! Escreva mais, escreva sempre. Adorei.
ResponderExcluirBeijo, Thamayris.
Ah, que bom que alguém gostou, hahaha... Pode deixar que agora vou tentar atualizar com mais frequência!
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