Você já se deu conta que o meio do ano chegou? E já parou para pensar quantas coisas você já fez neste ano? Realmente me assusto com a velocidade que o tempo passa e parece que eu já vivi um ano inteiro em apenas seis meses de tanta coisa que fiz e que aconteceu somente nesse primeiro semestre de 2011! O que me assusta é que ainda tem muita coisa pra acontecer nos próximos seis meses! E aí me vem a simples pergunta: será que o segundo semestre será tão cheio de voltas, reviravoltas, acontecimentos esquisitos e muitos eventos?
Por enquanto, tenho apenas duas certezas para a segunda metade do ano: a primeira é que eu vou para o Rock in Rio no dia 30 de setembro, e a segunda é o nascimento do meu sobrinho (sim, é um menino) lá para outubro.
Estava outro dia conversando com uma amiga exatamente sobre tudo o que passamos em apenas seis meses e realmente não foi pouca coisa. O verão foi bem agitado. Muita praia, muita divergência, uma certa divisão no “grupo” e, no final, ficou tudo bem com a chegada do outono, que esfriou um pouco os ânimos da galera. Eu sinceramente tenho a impressão de ter vivido um ano inteiro nesses seis meses, de tanta coisa inusitada que me aconteceu. Foram tantas decisões tomadas, tantas escolhas, algumas importantes outras nem tanto.
O fato é que muitas pessoas pensam que seis meses é pouco tempo, mas é tempo suficiente para que mudanças importantes aconteçam, para que pessoas entrem em nossas vidas e conquistem seu espaço. E os meus amigos sabem muito bem do que estou falando. Engraçado perceber como cada um passou por mudanças importantes nesse semestre, inclusive eu. Todos nós tivemos os nossos desafios, as nossas dificuldades, um sofrimento aqui, outro ali. Mas agora, não sei se porque estamos num período de transição entre uma fase e outra do ano, parece que vivemos um momento tranquilo, também de transição.
Mesmo assim, os dias continuam sendo muito corridos, o tempo está cada vez mais curto. O desânimo me visita de vez em quando e a vontade de desistir de tudo acaba surgindo. E é justamente nesses momentos que penso: “ainda tenho metade do ano para viver e muita coisa para fazer”. E espero que dê tudo certo no final, assim como tem dado certo até agora. Também espero conseguir aproveitar mais os bons momentos, porque quando as coisas estão muito boas a vontade é de ter o poder de parar o tempo. Mas isso é impossível.
Para encerrar as minhas reflexões, compartilho esse pensamento de Carlos Drummond de Andrade, que coincidentemente (ou não) recebi hoje por e-mail. Tem tudo a ver com o tema deste post.
"Quem teve a ideia de cortar o tempo em fatias, a que se deu o nome de ano, foi um indivíduo genial. Industrializou a esperança, fazendo-a funcionar no limite da exaustão. Doze meses dão para qualquer ser humano se cansar e entregar os pontos. Aí entra o milagre da renovação e tudo começa outra vez, com outro número e outra vontade de acreditar que daqui pra diante vai ser diferente".
O tempo está voando, portanto não o disperdice

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